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Quarta-feira, Agosto 15, 2007
Depois de tantos meses resolvi matar saudades do meu blog.
Novidades sobre o Ayrton confesso que não tenho.
Vou poster um foto antiga dele só pra relembrar os velhos tempos.
postado por Dirlene
[3:39 PM]
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Terça-feira, Junho 27, 2006
INDIGUINADA!
Sexta-feira, dia 23 fui até o Barra Shopping ver a exposição do Senna.
Nossa que decepção!
Tinha pouquissímas coisas dele, seis capacetes e um macacão.
Fiquei muito triste com o descaso da família dele em relação a nós cariocas que somos tão fãs dele quantos os paulista.
OS CAPACETES QUE ESTAVAM NA EXPOSIÇÃO PELA ORDEM:
DO 1º AO ULTIMO QUE ELE USOU EM 2004.
DIVERSOS ARTISTAS PARTICIPARAM DA CAMPANHA, PRA AJUDAR A FUNDAÇÃO AYRTON SENNA, EU ESCOLHI A FOTO DO RODRIGO SANTORO PRA REPRESENTAR A CLASSE.
O MACACÃO USADO PELO AYRTON NUM GRANDE PRÊMIO DO BRASIL DE FORMÚLA 1.
UMA FOTO PANORÂMICA DO EVENTO.
postado por Dirlene
[9:42 AM]
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Quinta-feira, Maio 11, 2006
Hoje volto a postar no blog, só que de uma maneira diferente. Ele vai continuar sendo um blog feito exclusivamente para o Ayrton Senna, mas vou postar algumas coisas sobre o Bruno Senna.
Eu vi algumas entrevistas dele e gostei bastante da sua postura e a sua consideração com a família, sabendo esperar o tempo certo pra começar a sua carreira no automobilismo.
Bom, não preciso falar da sua competência ao guiar um carro pois os numeros já falam por si só. É líder da temporada com 41 pontos (19 a mais que o vice).
Outra coisa que chama bastante atenção é a semelhança com o tio quando está de capacete.
Um pouco da história dele, Bruno Senna, que vai nos dar muita alegria.
Aos 7 anos, encarava o tio famoso na pista de kart do avô, em Tatuí. E jura que, pelo menos nas retas, a coisa era pau a pau. Tinha 10 anos quando a tragédia aconteceu. Aí, parou. A pista de kart no sítio parou também. Aos 18, um papo sério com a mãe, Viviane, que disse simplesmente: é com você.
¿Agarrei a oportunidade com as duas mãos e os dois pés¿, conta ele. E então foi tudo muito rápido: mais um pouco de kart, uma breve passagem pela Fórmula Renault, outra pela BMW e o ingresso, em 2004, na rigorosa e bem estruturada Fórmula 3 inglesa, onde primeiro foram campeões Emerson, Senna, Piquet, Gugelmin, Rubinho... Teste vocacional melhor não há.
Bom espero que voces gostem e aprendam a torcer por ele tambem, pois sabemos que se o Senna estivesse aqui estaria muito orgulhoso dele.
Essa é pra matar saudade do Ayrton.
postado por Dirlene
[11:28 PM]
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Sábado, Janeiro 28, 2006
RECOMEÇO.
postado por Dirlene
[10:18 AM]
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Domingo, Outubro 30, 2005
ALERTA SOBRE E-MAIL COM VÍRUS.
Está circulando uma mensagem que utiliza o nome de Ayrton Senna e promete um vídeo da carreira do piloto para capturar informações pessoais e financeiras do internauta.
O Instituto Ayrton Senna não envia email com links para downloads de vídeos e fotos.
O link está ativo e ainda pode infectar usuários do sistema operacional Windows.
Ao receber mensagens dessa natureza, exclua-as imediatamente.
Ayrton Senna é tema de novo scam
Quarta-feira, 15 junho de 2005
Fonte: Site IDG Now!
Começou a circular na web, na manhã de (15/06), uma nova mensagem que utiliza o nome de Ayrton Senna para capturar dados do internauta. O scam, nome dado ao e-mail malicioso que procura roubar informações pessoais e financeiras da vítima, promete um vídeo da carreira do piloto, mas entrega apenas o cavalo-de-tróia PWS.Banker-gen.
A mensagem maliciosa pode ser facilmente identificada, já que mostra uma imagem de Senna em um bólido de Fómula 1 e leva o título de "Ayrton Senna Memorial". Caso clique no link oferecido, a vítima será direcionada a uma página hospedada nos servidores da Netscape para baixar o arquivo "memorial_senna.exe".
O scam, identificado pela Batori Software, procura atingir correntistas de diversos bancos brasileiros. Segundo análise da empresa de segurança britânica Sophos, a praga tenta capturar dados de usuários do Banespa, Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander, Real, HSBC, Nossa Caixa e Citibank.
Denny Roger, diretor da Batori, afirma que o link está ativo e ainda pode infectar usuários desavisados de sistema operacional Windows, da Microsoft. Caso receba a mensagem em sua caixa postal, a recomendação é apagar imediatamente o e-mail sem clicar em qualquer link oferecido.
Já a Sophos afirma que a praga pode ser detectada com uma vacina genérica para o PWS.Banker, mas assim mesmo aconselha os usuários a atualizarem constantemente o software antivírus instalado no sistema.
postado por Dirlene
[5:07 PM]
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Segunda-feira, Junho 13, 2005
Remendo fatal
(Última parte)
Eu podia continuar postando sobre esse assunto, mais por enquanto, vou parar por aqui.
São tantas opiniões que fica claro que isso ainda vai render muito.
A única coisa que temos certeza é que o Ayrton foi embora pra sempre.
Espero e peço a Deus que um dia tudo seja resolvido e que os verdadeiros culpados apareçam.
Bom, vamos a última parte.
Os médicos legistas admitem que, mesmo com a velocidade com que foi jogado contra o muro, Senna ainda assim poderia Ter sobrevivido. O carro formava um ângulo de 22 graus com o muro, o que consideram bom, pois o impacto não foi frontal. A fatalidade ocorreu no momento em que o braço da suspensão foi arremessado contra o piloto como uma lança, atravessou a viseira do capacete e provocou um afundamento do crânio na altura do supercílio direito. A força brutal do braço da suspensão, aliada ao peso da roda, jogou a cabeça do piloto para trás. O choque contra a proteção traseira do cockpit causou, segundo os médicos legistas, a fratura da base do crânio e de várias vértebras cervicais. A forma da haste de metal coincide exatamente com o tipo de buraco deixado na frente do capacete de Senna. Ainda todo ensangüentado, ele está guardado numa sala da sede da Polizia Stradale, em Bolonha. A parte de trás do capacete apresenta uma grande rachadura circular, causada pelo golpe contra a proteção atrás do cockpit.
Logo que examinaram Senna, instantes após sua chegada ao hospital, os médicos italianos achavam que ele não poderia ter sobrevivido, em conseqüência da violenta desaceleração. O laudo dos legistas, apresentado em 7 de maio de 1994, apenas uma semana depois da tragédia, muda esse quadro. Não fosse a pancada do braço da suspensão em sua cabeça, Senna provavelmente teria escapado. Fora a série de traumatismos cranianos provocados pelo braço da suspensão, nenhum outro órgão vital do piloto apresentava ferimentos graves. O laudo dos legistas reforça também a tese da Williams, segundo a qual mesmo uma grave falha mecânica eludiria conseqüências fatais, não fosse a fatalidade de um braço de suspensão, acoplado a um pneu, voando em direção ao piloto e o atingindo no único ponto vulnerável do capacete.
O juiz Maurizio Passarini, encarregado da instrução do processo sobre a morte do piloto brasileiro, notificou judicialmente doze pessoas, cuja responsabilidade no acidente está sendo investigada. Entre os notificados estão o dono da equipe inglesa, Frank Williams e o projetista do carro, Patrick Head. Ao juiz cabem agora duas alternativas: arquiva o caso ou continua o processo, abrindo a via para que os eventuais culpados sejam incriminados.
Até quando vamos ter que esperar pela justiça.
postado por Dirlene
[1:54 AM]
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Sábado, Junho 04, 2005
(CONTINUAÇÃO)
Remendo fatal (Parte 2)
A comprovação da quebra da barra de direção.
A comprovação da suspeita inicial foi feita por meio de exame da peça em um microscópio eletrônico - o Scanning Electronic Microscope, conhecido pela sigla Semi -, que mostrou sinais de "fadiga" no metal da haste da direção. Esse lado da investigação, a cargo de um ex-diretor de competição da Ferrari, Mauro Forghieri, e do presidente da Faculdade de Engenharia da Universidade de Bolonha, Enrico Lorenzini, avançou rapidamente. Menos de dois meses depois da morte, já havia testes de laboratório comprovando que a coluna de direção se quebrou antes da batida do carro contra o muro, e não depois. Os peritos, no entanto, aprofundaram a investigação, para provar que nenhuma outra causa poderia ter sido tão decisiva no acidente. Ou seja, dedicaram-se a eliminar hipóteses. As imagens de vídeo produzidas por câmaras dentro e fora do carro e os dados eletrônicos transmitidos de diversos sensores no carro para a equipe no boxe - a telemetria - provaram apenas que tudo funcionava quando a Williams se espatifou contra o muro.
No caso, "tudo" significa as partes do carro monitoradas eletronicamente - rotação do motor, temperatura, pressão do óleo, consumo de gasolina, além de velocidade e comportamento da suspensão.
O estado do asfalto na curva Tamburello, uma das hipóteses iniciais para explicar o acidente, foi descartado depois que técnicos da polícia rodoviária e da Universidade de Bolonha colocaram algumas máquinas na pista de Imola, que permaneceu interditada até outubro daquele ano.
Realizadas com aparelhos ingleses, medições no local apontaram que a pista oferecia excelente aderência e não apresentava ondulação. "As marcas de batidas no chão que encontramos naquele trecho da pista não eram fortes o suficiente para explicar nenhuma quebra mecânica", diz o professor Alberto Bucchi, chefe do Instituto de Infra-Estrutura Viária e Geotécnica da Universidade de Bolonha, responsável pelo exame da pista de Imola. As medições feitas no local comprovam também que não havia problema com os pneus. Eram visíveis as marcas de freada, que teriam sido impossíveis caso os pneus tivessem apresentado qualquer defeito anterior ao choque.
Os dados da telemetria foram conclusivos em dois outros pontos, relevantes para entender o comportamento do piloto nos instantes que precederam a batida: Senna aliviou o pé do acelerador, reduzindo sua pressão em cerca de 40%, quando nada havia à sua frente que pudesse justificar essa atitude. A seguir, pisou violentamente no freio, provocando urna desaceleração brutal, calculada pela própria Williams em cerca de 4 g - cada "g", ou gravidade, eqüivale uma vez ao peso do corpo. A freada reduziu a velocidade de 310 para 216 quilômetros por hora em 1 segundo e 3 décimos. Frear numa curva na qual os pilotos costumavam passar em sexta marcha pisando ao máximo no acelerador significava que esse era o único, e desesperado, recurso de um profissional hábil como Senna para tentar escapar de uma situação de emergência. A constatação é reforçada pelas imagens de vídeo. Na câmara colocada dentro do carro, a mão de Senna tenta uma correção de trajetória para a esquerda, mas as rodas permanecem retas, perfeitamente alinhadas. Em outras palavras, o volante já não agia sobre o carro, e o freio era última escapatória.
postado por Dirlene
[1:03 AM]
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Quarta-feira, Junho 01, 2005
PRETENDO DEDICAR OS PRÓXIMOS POSTS AO ACIDENTE
QUE MATOU O SENNA.
ANALIZAREMOS OS DADOS E FAREMOS O NOSSO PRÓPRIO JULGAMENTO.
Remendo fatal (Parte 1)
Quando Ayrton Senna virou o volante para a esquerda na curva Tamburello, no autódromo
de Imola, na Itália. A coluna de direção da Williams-Renault
quebrou-se, Senna ficou sem nenhum controle sobre sua máquina.
Tirou o pé do acelerador, brecou em seguida, mas não houve jeito.
A coluna de direção partiu-se devido ao trabalho inepto da
equipe da Williams, responsável por um remendo grosseiro
na peça, que não suportou, o esforço ao qual foi submetida.
Ao menos em teoria, Senna poderia ter escapado com vida, não
fosse a seqüência de fatalidades que se desencadeou a partir
da peça mal soldada. Com a violência da batida, a suspensão
dianteira direita quebrou-se.
Um dos braços da suspensão,
uma haste de metal longa e fina, ainda presa à roda, foi
arremessada contra a cabeça do piloto como uma lança e
perfurou seu capacete exatamente no ponto de junção da viseira.
Além do buraco que lhe abriu na altura do supercílio, afundando
o cérebro, o impacto da baste de metal, com a roda junto, provocou
fraturas na base do crânio. As lesões foram mortais.
Marcello Gentile, chefe da Polizia Stradale, uma polícia
rodoviária que executa também as tarefas de polícia técnica.
Dois dias depois do acidente, revendo as imagens da televisão,
Gentile notou que o volante e um pedaço da coluna de direção -
aquele cano comprido que transmite o movimento giratório do
volante para as engrenagens que fazem as rodas mudar de
trajetória - estavam ao lado do carro acidentado enquanto
Senna era atendido pelos médicos.
Só então ficou sabendo que,
para sair rapidamente do carro, os pilotos podem remover o
volante, mas nunca se desloca a coluna de direção.
"Naquele instante não tive mais dúvida de que a causa
do acidente teria de estar relacionada com aquela coluna
de direção, partida de maneira tão limpa", diz Gentile.
postado por Dirlene
[2:43 PM]
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Sábado, Maio 28, 2005
PROMOTOR ITALIANO PEDE ARQUIVAMENTO DO CASO SENNA
Um promotor público italiano pediu nesta quarta-feira que o julgamento por homicídio culposo sobre a morte de Ayrton Senna seja arquivado devido à expiração do prazo para que acusações fossem formalizadas, informou a agência de notícias Ansa.
Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1, morreu em 1º de maio de 1994 após bater seu Williams durante o Grande Prêmio de San Marino, no circuito de Ímola, na Itália.
O diretor técnico da Williams, Patrick Head, e o ex-projetista do time, Adrian Newey, agora na McLaren, foram absolvidos da acusação de homicídio culposo em um julgamento em 1997, e o veredicto foi mantido em uma corte de apelações de 1999.
Entretanto, a corte mais alta da Itália ordenou em 2003 que o caso fosse examinado novamente devido a "erros materiais" no processo de apelação envolvendo termos técnicos legais.
O novo julgamento foi aberto na quarta-feira na cidade de Bolonha, e o promotor público Rinaldo Rosini imediatamente pediu para o caso ser fechado devido ao estatuto de limitações, que significa que o prazo expirou para que acusações fossem formalizadas.
Os advogados de Head e Newey anteriormente haviam indicado que não pediriam um arquivamento, dizendo que essa ação abalaria a reputação de seus clientes.
Promotores italianos acreditam que Head e Newey autorizaram mudanças perigosas no carro de Senna, que o levou ao acidente fatal, colocando-os em parte como responsáveis pela morte. A equipe Williams sempre negou tal acusações.
fonte:Terra.com
Em Bolonha (Itália), Adrian Newey, foi absolvido da acusação de homicídio involuntário pelo Tribunal de Apelação.
Acho que indguinação é a palavra correta pro sentimento de revolta que estou sentindo.
E ainda dizem que só no Brasil se cometem injustiças.
Acho que essas fotos falam por si só.
A única coisa que temos certeza é o que está escrito na lápide do Ayrton.
"NADA´PODE ME SEPARAR DO AMOR DE DEUS."
postado por Dirlene
[5:57 PM]
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Quarta-feira, Maio 25, 2005
Ecclestone: Piquet vetou Senna na Brabham em 1983
Em entrevista ao jornal britânico "The Independent", o chefão Bernie Ecclestone revelou que a famosa desavença entre Nelson Piquet e Ayrton Senna começou quando o carioca vetou a entrada do então novato paulista na equipe Brabham, em 1983.
Segundo Ecclestone, que na época era o dono da escuderia, Piquet se sentiu ameaçado e convenceu o patrocinador do time de que não seria bom ter dois pilotos do mesmo país. "Eu estava interessado em Ayrton porque ele estava indo muito rápido. Tivemos um encontro após um teste dele pela Brabham, no fim de 1983. Ele correu com o carro campeão BT52B em Paul Ricard e voltou para Londres comigo em nosso Learjet", contou Ecclestone.
"Como pessoa, me tocou imediatamente a sua grande autoconfiança e o fato de ele obviamente saber do que era capaz. Ele também pareceu uma pessoa extremamente simpática. Eu sabia que Nelson chamou Ayrton de 'motorista de táxi'. Mas todos nós podíamos ver o potencial dele. Eu soube que Ayrton seria bom porque Nelson era tão contrário! No fim, acho que Nelson acertou com a Parmalat, nosso principal patrocinador, e os convenceu de que um brasileiro no time era suficiente e que seria melhor ter um italiano como segundo piloto".
O colega de Piquet na Brabham em 1984 acabou sendo o italiano Riccardo Patrese. Senna foi contratado para a temporada pela pequena equipe Toleman.
postado por Dirlene
[8:38 PM]
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Domingo, Maio 01, 2005
HOJE 1 DE MAIO, 11 ANOS SEM O NOSSO AMADO AYRTON SENNA,
MAS NÃO VAMOS LEMBRAR DA TRAGÉDIA E SIM DE DOIS MOMENTOS
HILÁRIOS NA VIDA DO NOSSO GRANDE CAMPEÃO.
Ninguém entendeu quando a Veraneio perua Chevrolet num dia qualquer de 1970 passou em frente à uma casa num balneário paulista levantando poeira do chão e, aparentemente, sem motorista algum no volante. Um pai aflito esfregou os olhos para confirmar que não estava sonhando antes de flagrar o filho sentado no banco esticando-se todo para olhar o caminho à frente. Como as pernas curtas do menino não alcançavam os pedais, ele trocava as marchas sem pisar a embreagem, escutando o ronco do motor para fazer a mudança no tempo certo. "O moleque havia pego a Veraneio escondido do pai e, como era pequeno, a gente não o via no banco do motorista. Parecia que o carro estava andando sozinho. Ele tomou uma bronca e ficou de castigo para não repetir a travessura", conta a irmã Viviane. O menino tinha dez anos e se chamava Ayrton Senna da Silva. Sonhava ser o maior piloto de todos os tempos.
Outra história interessante sobre Senna, nos é contada por Galvão Bueno: " Ayrton, mesmo reservado, era uma pessoa muito divertida. Uma vez, em Portugal, o Ayrton estava hospedado num lugar chamado Quinta da Marinha e passei lá para conversar antes de irmos para o autódromo. Fomos em dois carros. Antes, ele perguntou o caminho que eu ia fazer e respondi que voltaria para Cascais, dali entraria no Estoril e pronto. Ele disse: 'Ih, rapaz, que besteira! A gente sai aqui na direção do Faro, do Guincho, pega uma serra e quando descer já sai no autódromo'. Eu falei que não conhecia o caminho e ele me garantiu que era só ir atrás dele. Eu fui. Nas ruas, na estrada, ele foi mandando o cacete, e eu atrás. Chegando na serra, era uma coisa assustadora: parede de um lado, precipício do outro. Ele começou a acelerar cada vez mais e eu fui me apavorando. Pensava: não posso perder ele de vista, porque se ficar sozinho não sei onde estou. Nunca andei tão rápido na minha vida. O que ele fazia eu fazia - até um ponto em que não deu mais e ele sumiu. Aí dei numa encruzilhada. E agora, vou para a direita ou para a esquerda? Pensei: esse cara fez de propósito. Se mandou e estou perdido aqui no meio desse Portugal. Escolho uma direção, vou à toda, e de repente ouço uma buzina, uóóóó, quando vejo no retrovisor um carro preto crescendo na minha direção. Olha que eu já estava andando o que imaginava que qualquer cidadão do mundo pudesse andar, mas ele me passou por fora numa curva, deu um cavalo-de-pau e parou de frente para mim. Morrendo de rir. Ele tinha se escondido atrás de uma moita, me deixou passar e me alcançou lá na frente. Isso foi em 1985, três dias antes de ganhar a primeira corrida dele, na Lotus.
São esses momentos que devemos guardar na memória.
postado por Dirlene
[2:37 PM]
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Segunda-feira, Abril 18, 2005
ESTOU DE TEMPLATE NOVO COMO PERCEBERAM.
COMO EU JÁ HAVIA FALADO EM UM OUTRO POST ,
SOBRE UM TEMPLATE QUE ENCOMENDEI E NÃO
RECEBI, RESOLVI CONTINUAR COM O ANTIGO MESMO,
SÓ QUE UMA ALMA BOA SE COMPADECEU DA MINHA
TRISTE HISTÓRIA E ME DOOU ESTE TEMPLATE
MARAVILHOSO.
E TEM MAIS, ELA ME PROMETEU OUTROS QUE IREI USAR FUTURAMENTE .
ENTÃO EU QUERO AGRADECER A PAULINHA POR TODO ESSE
CARINHO, DESEJO A VC MUITO SUCESSO NA VIDA E QUE VC
SEJA MUITO FELIZ.
PESSOAS COMO VOCE QUE FAZEM DIFERENÇA
NESSE MUNDO TÃO INDIVIDUALISTA.
"Se cheguei onde cheguei e consegui fazer tudo o que fiz, foi porque
tive a oportunidade de crescer bem, num bom ambiente familiar, de
viver bem, sem problemas econômicos e de ser orientado no
caminho certo nos momentos decisivos de minha vida."
postado por Dirlene
[7:56 PM]
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Domingo, Abril 10, 2005
O primeiro fã-clube
Em 1986, Adílson Almeida caminhava pela Rua Doutor Édson de Mello, no bairro
paulistano da Vila Maria, quando viu algumas pessoas aglomeradas em frente ao
número 96. Naquele endereço ficava o escritório de Ayrton Senna. O piloto estava
em frente de casa, dando autógrafos e conversando com fãs. Foi ali que Almeida
conheceu seu grande ídolo. Também naquele local, dois anos depois, ele fundaria
a Torcida Ayrton Senna (TAS), a mais antiga e atuante agremiação de admiradores
do tricampeão.
A TAS chegou a ter 18 mil associados, mas atualmente conta com 2.690.
Com centenas de fotos, vídeos e objetos de uso pessoal do piloto, a sede é uma boa
opção para quem quer conhecer mais sobre Senna. "Uma vez por mês, nosso acervo
viaja para uma capital brasileira", diz Almeida. "É uma forma de mostrá-lo para quem
não mora em São Paulo. Geralmente, essas exposições atraem de 8 mil a 10 mil pessoas."
postado por Dirlene
[6:50 PM]
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Terça-feira, Abril 05, 2005
Vocês se lembram quando, há três anos, foi anunciado um projeto que levaria a vida de Ayrton Senna para as telas? A Warner ainda está interessada em filmar a biografia do piloto brasileiro, com Antonio Banderas interpretando.

Até que eles são parecidos
Informações Técnicas
Ayrton Senna (título provisório)
Estúdio: A definir.
Elenco: Antonio Banderas (Ayrton Senna - não confirmado)
Equipe Técnica: Jeremy Lew (Roteirista)
Sinopse: Biografia do campeão de fórmula 1 que morreu ainda jovem nas pistas de corrida.
Estréia: A definir.
Data da primeira notícia: 18/04/1998:
Data da última notícia: 18/09/2001:
Segundo o site sobre Fórmula Um ITV-F1, Banderas (que é um grande fã do piloto) esteve conversando com a família de Senna sobre o projeto. Os irmãos do brasileiro, Leonardo e Viviane, assim como seus pais, Neide e Milton, irão trabalhar como consultores da produção.
Viviane disse que tem certeza do sucesso comercial que o filme pode alcançar, mas o que mais lhe chamou a atenção foi a proposta de Banderas, que tem um lado pessoal e sensível, mostrando idealismo e respeito pelo piloto. ¿Ele entende o mito que Ayrton é, comentou.
Apesar de ser uma biografia, o filme não vai ter como objetivo mostrar o mundo da Fórmula Um. Um dos objetivos do projeto é se aprofundar na morte de Senna (acontecida durante o Grande Prêmio de Ímola, em 1 de maio de 1994) e reabrir velhas feridas três membros da equipe Williams (Patrick Head, Frank Williams e Adrian Newey) foram acusados de homícidio casual, mas absolvidos anos depois.
Há várias coisas que as pessoas tem conhecimento, mas também há várias coisas que elas não sabem e que somente a família pode revelar, disse Viviane. Antonio Banderas nos pediu para colaborar e esclarecer o outro lado dos fatos tudo que Ayrton viu e sentiu, tanto na pista quanto fora dela. Oitenta por cento das coisas que ficaram desconhecidas sobre Ayrton somente nós podemos falar, completou.
Agora que a família de Senna deu luz verde para o projeto, espere por novidades em breve.
postado por Dirlene
[7:32 PM]
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Segunda-feira, Março 21, 2005
21 DE MARÇO DE 2005
UM DIA COMUM PRA MUITA GENTE, UM DIA COMO OUTRO QUALQUER.
MAS PARA NÓS FÃS DO AYRTON SENNA É UM DIA DIFERENTE.
É LUGAR COMUM DIZER QUE ELE HOJE FARIA 45 ANOS.
E EU COMO FÃ ARDOROSA, TINHA A INTENSÃO DE PASSAR POR ESSE DIA SEM POSTAR NADA SOBRE ISSO. É PIOR DO QUE SUA DATA DE FALECIMENTO, POIS LEMBRAMOS QUE HOJE SERIA UM DIA DE FESTA E DE MUITA ALEGRIA. EU NÃO CONSEGUIRIA DORMIR SEM ESCREVER UMA LINHA SE QUER.
Muito lindo!
Em homenagem a essa data vou postar na íntegra uma declaração do pai do Ayrton a revista 4 rodas.
Sempre gostei de automobilismo. Como o Ayrton era fanático por karts, resolvi me transformar em pai-projetista e construi um para ele. Um brinquedo que, com o passar dos anos, acabaria sendo o lado mais sério da vida dele. Na época, eu tinha a Metalúrgica Universal, no bairro do Tremembé, em São Paulo. Improvisei o projeto com base nos que eu via em fotos, porque jamais tinha tido um kart nas mãos. O trabalho, totalmente artesanal, levou seis meses, peça por peça, uma eternidade para o Ayrton, que estava contando os dias, ansioso para ter o carrinho.
Os freios já eram a disco, mas o motor foi adaptado de uma máquina de cortar grama de 3 cvs. Era normal, portanto, que o kart tivesse pequenos problemas técnicos. Ficou um pouco alto do chão, o banco tinha inclinação limitada e a relação entre o motor e a cremalheira ficou longa. Em conseqüência, havia pouca força na arrancada, mas chegava a 60 km/h de velocidade final. Mesmo assim, a gente se preocupava, pois apesar de só ter 4 anos, ele acelerava no limite. Um justificado medo paterno, porque ele pilotou aquele kartinho dos 4 aos 9 anos, sem nenhum problema.
Nos preocupávamos em levá-lo para lugares sem trânsito nem circulação, como num antigo loteamento na saída da rodovia Fernão Dias. E como o Ayrton tinha uma porção de amigos, eu juntava a molecada, colocava os karts num caminhão e supervisionava a brincadeira nos finais de semana. Aos 9 anos, comprei um kart oficial da Mini, a marca do Mário Carvalho. Ainda me lembro que era muito bonito e fora feito para o Emerson Fittipaldi, já com freios dianteiros e muito aerodinâmico.
Na época, estava sendo feita a Marginal do Tietê e era lá, nos trechos pavimentados ainda fechados ao trânsito, que ele treinava. Quando fez 13 anos, chegou a hora de levá-lo para competir na categoria de estreantes e novatos. Aniversariou em 21 de março e em julho já participou do Torneio de Inverno, em Interlagos. Ganhou as duas provas e o torneio de estréia.
A bandeirada foi dada pelo Tchê, o técnico que preparou os seus motores enquanto ele competiu no kart brasileiro. Foi a primeira vitória oficial, mas antes disso, ainda aos 9 anos, o Ayrton competiu numa prova amistosa de rua, em Campinas. Não esqueci que fui eu e não ele, que tremeu naquele dia. Me assustei quando vi mais de trinta kartistas, todos mais velhos. As posições de largada foram definidas por sorteio, cabendo ao Ayrton o número 1. Fiz de tudo para ele não entrar na pista. Retirei a inscrição e guardei o kart. A insistência foi tamanha que acabei concordando, mas como uma exigência: Não na pole position, e sim em último.
Também perdi essa parada. Bom... pensei, seja o que Deus quiser. Eram quarenta voltas. Ele largou na frente e foi mantendo a liderança enquantou eu, nervoso, torcia para a corrida terminar. Já estava na 35ª volta e os demais pilotos aumentavam a pressão, mas ele nem tomava conhecimento, seguia firme, fazendo tomadas, fechando a porta e me fazendo sofrer. De repente, num trecho complicado, ouvi um estrondo, vi a poeira levantar e ele sumir. Sai correndo para o local, pensando: mataram o moleque. Mas foi só um susto. Quando cheguei na curva ele já estava de pé, sacudindo a poeira.
Como o Ayrton continuava fanático por tudo o que tinha motor, resolvi montar uma oficina completa na minha casa. Foi ali que ele aprendeu a tornear, a inventar mil e uma no seu kart. Varava o dia inteiro e, se deixasse, a noite, montando e desmontando os seus karts. Era difícil fazê-lo desligar da graxa e mandá-lo para a cama antes da meia-noite. Eu, como já disse, gostava muito de automobilismo e ele era muito bom nessa arte. Acho que por isso havia uma grande motivação recíproca. Mas havia uma filosofia nesse brinquedo: a de que ele extravasasse toda a sua energia de jovem no kart e não em outras coisas. Outro local que o Ayrton adorava era a fazendo que nós tínhamos em Goiás. Pequeno ainda, aos 7 anos, adonou-se do jipe que tinha lá.
Mal alcançava os pés nos pedais, mas passava o dia inteiro levando os vaqueiros para todos os cantos da fazenda. Ele aprendia muito rapidamente porque tinha a escola do kart. E o menino que inicia no kart leva uma grande vantagem, pois vai cuidar do físico, abster-se de beber, fumar e passar a dormir mais cedo. Enfim, vai seguir a filosofia da preparação para competir num esporte muito exigente. E se transformar em um indivíduo capaz de fazer cavalo-de-pau, se necessário, mas habilitado para evitar um acidente. O Ayrton Sempre encarnou essa filosofia. Levou muito a sério a pilotagem, fez dela sua profissão de corpo e alma. Por isso é o tricampeão que todo o mundo elogia.
Milton Guirado Theodoro da Silva - pai de Ayrton Senna da Silva
Essa entrevista foi veículada em maio de 1995, ou seja, por ocasião do primeiro aniversário de sua morte.
postado por Dirlene
[11:23 PM]
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