AYRTON SENNA

Sobre o blog
Este blog foi criado em memória do maior corredor que o mundo já conheceu, Ayrton Senna. Serão postados textos e imagens, curiosidades e detalhes sobre a vida dele. Se você quiser colaborar enviando textos ou fotos, contacte-me pelo email lenabello27@hotmail.com

Clique e veja os arquivos



  

Links
Seja Bella
Be Free
Carlos Roberto
Pin up
Thiago
Casa da Keka
Janaína
























































































































































































































































LAYOUT POR
AERRO Templates, e foi modificado por Noodle.

Terça-feira, Junho 29, 2004

DURANTE POUCO MAIS DE TRÊS ANOS...


Ayrton Senna escreveu para QUATRO RODAS depoimentos exclusivos com suas impressões sobre o dia a dia da formula 1. A coluna de estréia não poderia ser mais pé-quente em abril de 1991, o piloto falou sobre sua primeira vitória no Grande Prêmio do Brasil ¿ justamente no ano em que se tornaria tricampeão mundial.Neles, o que se vê é uma mistura de elementos técnicos-ele se queixa da qualidade do motor, de problemas com freio, das dificuldades de guiar o carro-com muita emoção- das alegrias pelas vítorias e à tristeza pela falta de competitividade de seus bólidos em 1993 e 1994, passando pela briga com o francês Alan Prost.
Todo material será publicado em ordem cronológica e revela aspectos únicos da circo, sob a ótica de seu principal protagonista.


TÍTULO
"91 0 TRI EM MINHA MELHOR TEMPORADA"

Depois de consegui em Interlagos uma das vitórias mais emocionantes de minha vida, eu não imaginava que teria um novo desafio em seguida: entrar em minha própria casa, no bairro da Cantareira, em são Paulo. Vocês podem não acreditar, mas foi uma missão quase impossível chegar perto dos meus familiares para comemorar a primeira conquista num GP do Brasil.
Nunca havia recebido tantas visitas. Para entrar pelo portão, eu e os policiais, que estavam escoltando a minha perua, ficamos pelo menos uns dez minutos esperando. Eu gostaria muito de sair do carro e falar com cada um dos meus fãs, mas com tanta gente no local seria impossível e até perigoso para todo mundo. As pessoas foram, então, se aglomerando em volta do carro. Lá dentro, a impressão era de que estavam amassando tudo. Comentei assustado com meu irmão, mas o Leonardo nem se preocupou. "Becão, não liga. Se amassarem, a gente guarda essa perua como troféu e compra outra."
Só mesmo uma vitória no GP do Brasil para ele brincar naquela situação. Se fosse em outro dia...
Acabei entrando em casa por volta das 18hs. Aí então pude, ao menos, acenar por cima do muro para meus ilustres visitantes. Fiquei um bom tempo ali. Quatro horas depois ainda havia bastante gente no portão. Resolvi voltar e, com eficiente ajuda dos policias, pude ficar mais perto dos fãs.
Estava realmente cansado. O GP em Interlagos foi a prova mais desgastante da minha carreira. Depois de enfrentar os problemas no câmbio a partir da 60º volta, cheguei ao pódio com espasmos musculares nos braços. Vocês nem imaginam o sacrifício que foi levantar o troféu. Acho que agradeceria se recebesse apenas uma medalha, como na corrida dos Estados Unidos. Mas ganhar só isso não tem muito a ver: acabei esquecendo a medalha no bolso do macacão. E ficou por lá no caminho da Mclaren em phoenix.
Principalmente por ter ficado apenas com a sexta marcha nas últimas voltas. Foi uma corrida tão especial que após ser obrigado a passar duas sessões de massagens com o fisioterapeuta da equipe (uma no boxe e outra em casa), ainda encontrei forças para assistir a todo o teipe do GP no vídeo. Só fui dormir às duas da madrugada.
Na verdade, esse início de temporada tem sido perfeito. O primeiro exemplo aconteceu logo na abertura, em phoenix: vitória de ponta a ponta com pole. Sem contar a vantagem de mais de 40 segundos sobre o segundo colocado. Muitas pessoas dizem que eu forço demais o carro. Não é verdade. A vantagem aberta nos Estados Unidos foi porque o meu Mclaren estava ótimo. E eu até poderia ter andado mais rápido. Mas já estava satisfeito com o desempenho do novo modelo MP4/6, que, quase sem nenhum teste, conseguiu colocar dois segundos por volta em equipes que treinaram durante todo o final do ano passado.
Não me sentia tão bem desde 1988, quando a Mclaren tinha um carro tão superior que vencemos 15 das 16 corridas. Nos Estados Unidos, ainda fiz minha tradicional escala em Miami, onde revejo uns amigos queridos e ainda aproveito para fazer umas comprinhas. No Brasil, comemorei meu 31º aniversário na quinta-feira, dia 21 de março, mas só fui receber o presente no domingo. E que presente..

Ayrton Senna

Fonte:Revista 4 rodas.
Abril de 1991
Edição 369

postado por Lena Bello - 12:39 AM]



____________________________________________


Quinta-feira, Junho 24, 2004

Segundo Ron Dennis, Senna detestava o ambiente da F-1



A descrição é feita pelo homem que mais trabalhou com o brasileiro. Que conquistou, com ele, o tricampeonato. Seu patrão por seis das 11 temporadas que disputou. Que o orientou, via rádio, em 96 dos 161 GPs de sua carreira.

E que decidiu calar neste ano, diante de tantos pedidos para que falasse de seu mais famoso pupilo.

Ron Dennis, chefe da McLaren, falou apenas à revista oficial da equipe.a entrevista foi cedida com exclusividade pelo time para a Folha de S.Paulo.

"Ayrton achava que havia pessoas na F-1 que estavam dispostas a vencer a qualquer custo. Não apenas pilotos, mas também integrantes de equipes ou até mesmo escuderias inteiras. E ele achava que Michael se encaixava nessa categoria, de vencer não importando o método... Essa nunca foi a maneira dele ou a nossa de encarar as coisas", revelou Dennis.

Naquele início de temporada de 94, o surpreendente ótimo desempenho de Schumacher e da Benetton, então sua equipe, começava a causar estranheza. Após a morte de Senna, no dia 1º de maio, com a disparada do alemão ao primeiro título, as suspeitas de irregularidade ganharam força.

Em pelo menos duas ocasiões, o brasileiro fez questão de mostrar sua opinião sobre Schumacher.

A primeira, no GP da França de 92, quando os dois se tocaram e Senna levou a pior, abandonando a corrida. A outra, na Alemanha, 20 dias depois, após o alemão frear subitamente na sua frente durante um treino. Em ambas, o tricampeão foi até os boxes do novato para tirar satisfações. Da segunda vez, só não o agrediu porque foi contido por mecânicos.

Mas Dennis não falou apenas sobre o alemão. Fez, também, um exercício de futurologia. Para ele, Senna, hoje, estaria longe da F-1.
Dennis ainda descreve Senna como alguém que sabia dos riscos da F-1, que conhecia seus limites e que aceitava o perigo se fosse necessário arriscar um pouco mais para buscar um resultado. Mas também como um piloto sensível, que ficava abalado quando um colega sofria um acidente grave.
Exatamente o cenário daquele 1º de maio de 94. Era a terceira etapa do Mundial, e o brasileiro, favorito ao título, ainda não havia vencido. Para piorar, na véspera, assistira à morte de Roland Ratzenberger no treino oficial.

Mas tudo ficou muito pior às 14h12 locais, 9h12 de Brasília, na curva Tamburello. "Ayrton amava correr e não mudaria nada nesse script", concluiu Dennis.


postado por Lena Bello - 9:13 PM]



____________________________________________


Quarta-feira, Junho 23, 2004

O GRANDE EMPRESÁRIO



Ayrton Senna sempre teve nos negócios o mesmo empenho e vontade de vencer que lhe eram tão característicos como piloto. O que, combinado com a sua fabulosa capacidade de ganhar com as corridas, qualquer coisa como 25 milhões de dólares por temporada - em 1993 ele chegou a receber um milhão por corrida - o ajudaram a construir um imenso império financeiro.

Com seu jato particular ele viajava pelo mundo e no Brasil se utilizava de um helicóptero para se locomover. Os seus negócios eram dirigidos a partir dos sete últimos andares do Edifício Vari de 16 andares, localizado em São Paulo, também de sua propriedade.




Mas a família sempre foi o maior apoio de Ayrton, e nos negócios não foi exceção. O seu pai Milton, o seu irmão Leonardo e o seu primo Fábio Machado, sendo também seus sócios, tinham posições chave na administração das suas empresas.

Entre elas encontra-se uma gigantesca firma de licenciamento que girava à volta do conhecido logotipo "S". Ayrton possuía ainda um contrato de franchising com a Audi para o Brasil. A partir do Edifício Vari, eram também coordenados os milhares de clubes de fãs espalhados por todo o mundo.




Mas foi em 1994 que Senna lançou o seu mais ambicioso projecto: Senninha, o personagem de revista em quadrinho desenhado baseado em si próprio. O primeiro número saiu na época do Grande Prêmio do Brasil. O segundo, foi para as bancas no trágico fim de semana de Imola.



Senna deu ainda o seu nome a diversos produtos de qualidade, como iates, motos, jet-skis, mountain bikes bem como vários acessórios pessoais. Para 1994 planejava lançar um produto por cada Grande Prêmio.

O pouco tempo de que dispunha levava-o a delegar grande parte do trabalho de coordenação de todas estas atividades na família. Porém, as decisões eram sempre tomadas por si, sendo para tal permanentemente informado.






fonte:Sportmania.

postado por Lena Bello - 8:39 AM]



____________________________________________


Domingo, Junho 20, 2004

¿Ayrton está vivo comigo¿
Em emocionada entrevista, a mãe de Senna, Dona Neyde, conta detalhes da vida do piloto e do trabalho para manter viva a sua lembrança.



Agência Estado - Dona Neyde, o mundo lembra hoje ainda mais do Ayrton Senna por tudo o que se passou em Ímola no dia 1º de maio de 1994. Não há, no entanto, na maioria das homenagens, um sentimento de perda. É algo elevado, comovente. Como a senhora está vivendo esse período?

Neyde Senna da Silva - Depois do acidente, resolvi organizar tudo o que vinha guardando, desde fotos, artigos de jornal e revistas, objetos que pertenceram a ele. Estamos elaborando o Memorial Ayrton Senna. A maior parte do meu tempo tem sido ocupada com a compilação desse material. Temos, por exemplo, imagens lindas que o Ayrton recebeu diretamente dos fotógrafos ou que nos foram enviadas, mas não sabemos quem são seus autores, se eram amadores ou profissionais. Por isso, não podemos usar parte desse acervo maravilhoso. Estamos tentando identificar os fotógrafos para dar o devido crédito. Essa tem sido a minha maior atividade também nesta época.

AE - A senhora e seu marido educaram o Ayrton, a Viviane e o Leonardo com valores bem definidos. A importância da família, sua formação religiosa, por exemplo, sempre foram bastante defendidas pelo Ayrton. Hoje parece que os pais não têm esse poder todo na definição dos valores da criança.
Dona Neyde- Os filhos vêem a ação dos pais. Se suas ações não correspondem a suas palavras, a seus conselhos, é difícil para os filhos os obedecerem. E você repassa apenas o que você tem como pessoa. E de forma natural. Esse é um lado. O outro é que as crianças não brincam mais na rua. Boa parte de seu tempo permanecem em frente da TV, onde são comuns atitudes agressivas. Muitos acabam fazendo o mesmo. A TV ensina uma coisa que, por vezes, distorce a verdade. Uma criança que brinca na rua se completa como pessoa na vida.

AE - Essa fé a ajudou a superar o seu drama?

Dona Neyde- Deus me deu bastante suporte para superá-lo.

AE- Na preparação desse material todo do seu filho, tocar nos seus macacões, capacetes, luvas, sapatilhas, os troféus e suas histórias não é difícil para a senhora?

Dona Neyde - Olha, eu lido bem e não é só isso. Convivo com imagens dele, ouço suas entrevistas, o Ayrton está vivo comigo. Claro que me envolvo emocionalmente, como agora, não seria humano se não fosse assim. Sei que é estranho, mas é como um alimento para mim. Me desculpe (muito emocionada), não queria chegar nesse ponto de emoção. Desculpe.


fonte:"ESTADÃO"

postado por Lena Bello - 11:29 AM]



____________________________________________


Sexta-feira, Junho 18, 2004

Adriane Galisteu



Seu último relacionamento foi com a então modelo Adriane Galisteu. Os amigos mais próximos dizem que Senna nunca esteve tão feliz ao lado de uma mulher. Por outro lado, a família sempre foi totalmente contra o romance. No dia 30 de abril de 1994, o irmão Leonardo chegou a mostrar para o piloto uma fita contendo uma conversa telefônica entre Galisteu e um ex-namorado. Nela, Senna era zombado pelo ex da modelo. Galisteu não havia concordado com nada na gravação, nem comentou sobre o assunto quando foi procurada recentemente por uma revista semanal.



A publicação garante que a marcante cena de Ayrton olhando fixamente para o carro minutos antes da largada em Ímola não seria por preocupação com a corrida, e sim com o possível rompimento do namoro com Galisteu. E de fato ele foi rompido. Na curva Tamburello, a 300 Km/h...
Para o público podia parecer que namorar era complicado para Ayrton. Porém, ele sempre teve uma opinião bem definida:

"Namoro como todo mundo. Às vezes dou bola, às vezes elas dão. É fascinante este jogo de relações afetivas entre um homem e uma mulher. Mas encontrar a parceira ideal não é fácil. O lado físico, a beleza, o charme, a inteligência, é claro que tudo isso conta. Mas, no fundo, o que realmente fortalece um relacionamento íntimo é a capacidade dos dois em somar, em tudo e por tudo".

postado por Lena Bello - 1:55 PM]



____________________________________________


Quarta-feira, Junho 16, 2004

O CASAMENTO



O casamento de Lilian, filha única, reunia os ingredientes de um enredo de amor que desaguaria num final feliz. Eles se conheciam desde os dois anos de idade. As famílias eram vizinhas na Zona Norte de São Paulo. Cresceram juntos. As mães freqüentavam o curso de pintura de porcelana. Na adolescência, flertavam-se com freqüência. "Mas nunca houve nada, só fantasia."
Desde o primeiro beijo até o casamento, passaram-se apenas dois meses. A cerimônia teve como palco a casa de Ayrton Senna, na Serra da Cantareira, zona norte paulistana. Cerca de 50 convidados aglomeraram-se ao redor da piscina. Casados, trocaram o bairro de Santana pela Inglaterra. Ela, com a aliança do dedo anular da mão esquerda. Ele carregava o símbolo numa correntinha presa ao pescoço. "A justificativa era a de que a aliança atrapalhava na hora de dirigir."
Na Europa, as dificuldades foram minando a convivência do casal. Senna zelaria pela carreira. "Ele só pensava nisso. Eu seria uma coadjuvante naquele processo." Ela tentou inserir-se no projeto profissional do marido. Lá, não produzia absolutamente nada. "Tentava arrumar alguma coisa para fazer dentro de casa o dia inteiro."
Por fim, não suportou a pressão de acordar, comer, respirar e viver com o companheiro obcecado por automobilismo. "Eu me anulei totalmente para apoiá-lo. Esse foi meu grande erro. Com o passar do tempo, comecei a achar que minha presença atrapalhava", avalia. "Hoje percebo nossa imaturidade: eu queria brincar de casinha e ele de carrinho."



fonte:memorie senna

postado por Lena Bello - 10:33 PM]



____________________________________________


Terça-feira, Junho 15, 2004

AMORES DO ÍDOLO!

VOU COMEÇAR PELA XUXA.



Senna era mulherengo, um come-quieto. Tudo o que ele fazia era escondido. Ele ia se divertir e não queria que os outros vissem. A palavra playboy tem um sentido meio pejorativo e o Senna nunca foi, nem nunca pensou ser. Agora, ele gostava de curtir a vida ¿ e as moças também - ao modo dele. Disso eu não tenho a menor dúvida¿, comenta o ex-correspondente de Fórmula 1 Milton Coelho da Graça.
No final de 1988, Ayrton terminou com Adriane e quis conhecer a apresentadora Xuxa. Logo depois do primeiro encontro, foi recebido carinhosamente no programa comandado por ela.



¿Começou a especulação. Meu relacionamento com a Xuxa seria promocional, uma jogada. Isso foi uma falta de respeito muito grande com ela, por ser mulher. Lógico que era um relacionamento muito difícil, devido a nossa profissão, mas, com todas as dificuldades, o carinho, a afinidade e o sentimento prevaleceram. Estamos muito bem¿, afirmou Ayrton na época.

¿Eu vi o Ayrton apaixonado. Achei que ela também estava. Foi uma união que tinha o lado homem e mulher e também o lado moleque¿, diz o comentarista de Fórmula 1 Reginaldo Leme.


fonte:Globo Reporter

CURIOSIDADE


" Segundo apurou Ernesto Rodrigues, a empresária de Xuxa, Marlene Mattos, escondia a apresentadora de Ayrton. O namoro durou um ano, mas eles jamais deixaram de se falar ¿ e de se encontrar ¿, apesar dos novos parceiros. A ducha de água fria ocorreu no Natal de 1989. Xuxa estava em Nova York e Ayrton resolveu fazer-lhe uma surpresa, fantasiando-se de Papai Noel para visitá-la. Foi maltratado: ela não quis vê-lo, contaram os amigos próximos do piloto. A apresentadora, por sua vez, nega que o episódio tenha ocorrido"



fonte: Diário online .

postado por Lena Bello - 10:26 AM]



____________________________________________


Sábado, Junho 12, 2004

Senna previu "maiores riscos" na Fórmula 1

Um texto publicado por Senna no jornal "O Estado de S. Paulo" 38 dias antes de sua morte.

"As mudanças na Fórmula 1 foram profundas e, por isso mesmo, não acredito que este ano nós iremos assistir tanta diferença de performance entre uma equipe e as demais, como aconteceu nos dois últimos campeonatos mundiais. Os testes que realizamos durante o inverno na Europa comprovam o que estou dizendo. A Benetton, por exemplo, mostrou que pode lutar comigo e Damon Hill em igualdade de condições. Até mesmo a Ferrari, com o novo projeto do John Barnard, poderá surpreender em pouco tempo de disputa.
Os novos regulamentos técnico e esportivo aprovados pela FIA são os responsáveis pelo maior equilíbrio que deveremos ter na Fórmula 1. Muitos dos recursos eletrônicos, como a suspensão ativa, foram proibidos. Isso fará com que mesmo as equipes intermediárias, como a Jordan, Sauber, Lotus e outras, possam se classificar nos primeiros lugares. A McLaren vem de motor novo, o Peugeot, mas não pensem que eles ficarão distante do pelotão da frente. Quem conhece a McLaren como eu sabe do que eles são capazes de realizar e em que espaço de tempo.


Sem dúvida nenhuma fomos valorizados com o novo regulamento. Está mais do que provado na Fórmula 1 moderna que piloto sem carro não anda, mas na minha opinião, a partir de agora, o piloto voltará a fazer diferença, como nos velhos tempos. Sem o controle de tração, o comportamento do carro mudou, está mais arisco nas entradas e saídas de curvas. O piloto terá de se adaptar a essa condição, que inclusive envolve maiores riscos.

Não mais teremos também o acelerador eletrônico, conhecido como fly by wire. Ele permitia sempre a aceleração adequada do motor e, conseqüentemente, a tração ideal das rodas, em qualquer situação. Sem ele, volta a valer a sensibilidade do piloto no controle do pé direito. Ele deve saber quando está acelerando mais ou menos nas saídas de curva, por exemplo. Na Fórmula 1, esse detalhe é fundamental para um piloto ser rápido e constante.

A Fórmula 1 não mudou só tecnicamente. Teremos o pit-stop com reabastecimento de combustível. Não estranhe se, de repente, uma equipe média vencer uma corrida porque adotou uma estratégia ousada e que acabou dando certo. Vamos estar o tempo todo acelerando forte, o carro ficará bem mais leve devido ao menor volume de gasolina nos tanques. Sabe o que vai acontecer? Quem não estiver preparado não termina a corrida, por puro esgotamento físico. Preparo físico pode definir um Grande Prêmio este ano. Além do ritmo da prova ser mais veloz, teremos de segurar o carro no braço, em muitas ocasiões, porque, como disse, eles perderam estabilidade em relação à temporada passada.

E para quem acha que a Fórmula 1 será mais lenta, recomendo acompanhar os treinos de Interlagos. Existe uma chance real de nossos carros serem mais velozes já na primeira corrida do campeonato. Isso torna ainda mais importante o bom estado atlético do piloto.

Acredite, as novas regras do jogo têm tudo para tornar a Fórmula 1 muito emocionante. Não só para vocês que vão ao autódromo ou assistem às corridas pela televisão, mas para nós também. Precisaremos vencer o gostoso desafio de raciocinar e executar movimentos de braços e pernas com precisão, mesmo sob as enormes tensões e desgaste de uma prova de Fórmula 1.

Ayrton Senna

postado por Lena Bello - 1:01 AM]



____________________________________________


Sexta-feira, Junho 11, 2004



EU ONTEM DEI POR ENCERRADO O E-MAIL DO RAFAEL.
E PRA MIM FOI COMO UM ESPECIAL
AYRTON SENNA.
QUERO AGRADECER MAIS UMA VEZ, A ELE PELA GRANDE COLABORAÇÃO. NÃO SEI SE VOCES SABEM MAIS EU TAMBÉM TENHO UMA FOTOPAGE:
(SENNA)
QUEM QUISER VER MAIS ALGUMAS COISAS SOBRE O SENNA É SÓ CLICAR NO LINK E ENTRAR.

QUEM QUISER CONTINUAR AJUDANDO O MEU BLOG A CONTINUAR NO AR É SÓ MANDAR MATERIAL SOBRE O SENNA, PARA O MEU E-MAIL.
OS DEVIDOS MÉRITOS SERÃO DADOS. OBRIGADA.

postado por Lena Bello - 1:22 PM]



____________________________________________


Quinta-feira, Junho 10, 2004

CONTINUAÇÃO



Em 1986, Senna foi contratado pela Lotus, na época a terceira força da categoria. Nela ficou até 1987 e conseguiu sua primeira vitória na F-1, em Estoril, 1985, e a primeira vitória de um brasileiro em Mônaco, 1987. Em seguida foi para a McLaren, na época o melhor carro e que contava com o melhor motor: o Honda. Seu companheiro nas duas primeiras temporadas foi o francês Alain Prost, tendo disputas e brigas históricas com ele. Alguns consideram como a maior rivalidade da história da categoria. Eles disputaram até 1993, quando Prost se aposentou, depois de quatro títulos mundiais. O francês define sua carreira com uma frase: "Se alcancei a glória na Fórmula 1, foi porque enfrentei um grande piloto como Senna.".



Senna teve outros grandes pilotos como rivais e o mais nervoso deles foi, sem dúvidas, o "Leão" Nigel Mansell. Os dois protagonizaram disputas históricas, como as de Suzuka, em 1991, quando Senna ganhou o tricampeonato mundial, e Mônaco, em 1992, em uma disputa eletrizante nas últimas 10 voltas.Mas o grande duelo, que todos os amantes do automobilismo queriam ver, não aconteceu. Senna faleceu antes de poder medir forças com Michael Schumacher, em 1994.



Mesmo quase 10 anos depois de sua morte, seu legado continua vivo. O Instituto Ayrton Senna, gerido por sua irmã, Viviane Senna, é um sucesso. Muitas crianças já foram ajudadas por projetos desta instituição. Ela fala sobre o Instituto: "Ayrton deixou-nos um grande legado: a certeza de que podemos ser vencedores. Vencedores na vida! Ele acreditava num futuro melhor para todos e queria fazer algo concreto pelo Brasil, especialmente pelas crianças e pelos jovens. Este desejo se concretizou com a fundação do Instituto Ayrton Senna. Cada vida que conseguimos transformar com nosso trabalho reflete a imagem vitoriosa de meu irmão erguendo a taça, sorrindo vitorioso, como que dizendo: Vejam! Este é o Brasil que dá certo.".


postado por Lena Bello - 6:26 PM]



____________________________________________


Segunda-feira, Junho 07, 2004

DANDO CONTINUIDADE AO E-MAIL DO RAFAEL, VOU POSTAR UMA PARTE BEM INTERSSANTE!!!



"Outra pessoa muito importante no começo de Senna foi o preparador de motores de kart Lucio Pascual, o "Tchê", que cuidou da mecânica dos karts de Ayrton. Ele conta a história do primeiro contato entre os dois, em 26 de junho de 1974, e desmistifica uma história que há muito é contada: "Não foi o Sr. Milton que trouxe o Ayrton para a minha oficina. Quem o trouxe foi um outro piloto nosso amigo, o Aluísio Andrade, que lhe falou para ir a "um mecânico na Mooca que era muito bom". Não houve nada disso que se fala do pai dele, me pedir para tomar conta de seu filho. Tudo se desenvolveu a partir desse primeiro contato casual e da grande amizade que se gerou entre nós.". Tchê fala ainda sobre a maior decepção de Senna: nunca ter sido campeão mundial de kart. "Foi uma falha desumana da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). Ele não correu o Mundial pelo Brasil, foi por conta própria. Mesmo sem apoio oficial da CBA, ele conseguiu ser contratado por uma equipe italiana, a Parilla, e foi vice-campeão, roubado, graças a uma manobra para favorecer um europeu.".

Depois, Ayrton trilhou a sua famosa carreira de sucesso. Campeão em todas as categorias que passou: Fórmula Ford 1600, 2000 e Fórmula 3 Inglesa. Em 1984, ele deu o passo que todos os pilotos sonham: a Fórmula 1. Mesmo com propostas de equipes como McLaren, Williams e Lotus, ele optou pela pequena Toleman. Neste ano, uma de suas memoráveis atuações na chuva. Em Mônaco, ele chegou em segundo, ultrapassando pilotos como Niki Lauda e Keke Rosberg. Quando se aproximava para passar Alain Prost, seu futuro rival, a prova foi encerrada, mesmo com apenas 26 voltas".

postado por Lena Bello - 10:46 PM]



____________________________________________


Sexta-feira, Junho 04, 2004

INTERESSANTE!!

Eu postei essa foto, porque é um trabalho muito bonito e sempre que eu encontrar coisas bonitas e interessantes sobre o Ayrton eu colocarei aqui, alías foi o que eu me propus a fazer quando criei esses blog.



Bom este post tem por finalidade fazer uma obsevação, quando eu fiz o blog eu não tinha colocado o marcador de visitas, e algumas semanas atrás resolvi colocar, eu não sei se vc lembram mais eu até queria acabar com o blog porque eu achava que não entrava ninguém aqui.Qual não foi a minha surpresa quando eu passei a conferir, que o meu blog é muito frequentado. Agora pergunto eu a voces ,porque ninguém comenta?
Espero que pelo menos pra essa pergunta eu tenha resposta e com isso alguns comentários. Obrigada


postado por Lena Bello - 9:28 PM]



____________________________________________


Terça-feira, Junho 01, 2004

Dando continuidade ao e-mail do Rafael Lopes:





Seu sucesso nas pistas começou cedo. Logo nas primeiras competições, Senna se destacou, correndo contra garotos mais velhos e mais experientes do que ele. Seu pai, Milton da Silva conta a história da primeira competição disputada por ele: "Quando ele tinha 9 anos, competiu em uma prova amistosa de rua, em Campinas. Não esqueci que fui eu, e não ele, que tremeu naquele dia ¿ se é que em algum dia ele tremeu. Me assustei quando vi que todos os outros kartistas eram mais velhos que ele. As posições na largada eram definidas por sorteio, e ele tirou o número 1 ¿ sua primeira pole position. Quase o proibi de correr, mas ele insistiu tanto que concordei, só exigindo que ele largasse em último, um pedido em vão. Eram 40 voltas. Ele largou na frente e manteve a liderança, até que, na 35a volta, em um trecho complicado da pista, ouvi um estrondo, a poeira levantou e ele sumiu. Corri para o local pensando: mataram o moleque. Foi apenas um susto. Quando cheguei lá, ele já estava de pé, sacudindo a poeira e olhando feio para o garoto que o havia tirado da pista."

postado por Lena Bello - 9:56 AM]



____________________________________________